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À volta...Barragem do Castelo do Bode

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A barragem do Castelo do Bode está de turbinas abertas a efectuar descargas de água, o que origina um espectáculo natural maravilhoso, onde não falta a cor límpida das águas com grande turbilhões esbranquiçados. É um espectáculo a não perder para um curto programa, para o fim de semana. Fica a sugestão!!!

Foto: do blogueiro

Solidariedade

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Fica o registo da catástrofe do passado sábado na Madeira, não só para memória futura daqueles que vão passando pelo "Castelo", mas também a nossa solidariedade para com os Madeirenses.

Projecto

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O projecto " Vamos todos limpar Ourém" já está em curso. Pode-se encontrar informação no "site" da Câmara de Ourém, para além de aqui se encontrar quem dinamiza esta iniciativa grata para um ambiente saudável nas terras de Oureana, pode encontrar-se ainda, outras informações úteis e até como se vai desenvolver todo o processo. Para mais achegas de âmbito geral poder-se-á analisar aqui todo o projecto no site "Limpar Portugal".

IC9 entre Alburitel e Fátima - Avaliacão do impacto ambiental

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Até ao dia 12 de Fevereiro próximo podem ser apresentadas sugestões relevantes no tocante à alteração do impacto ambiental pelo traçado do IC9 no nosso Concelho endossadas por escrito, para a Agência Portuguesa do Ambiente.
A informação pode ser completada no jornal "O Mirante", com outras informações também importantes.

Incêndios

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Nesta época invernosa, pensamos muitas vezes que o problema dos incêndios são fenómenos próprios da estação mais quente: o Verão. A experiência ensina-nos que não é bem assim. O frio obriga-nos a usar as lareiras e a fazer fogueiras, para que se obtenha um ambiente quente no lar, de forma a combater o frio que os dias invernosos nos vai impondo. Ainda ontem, aqui por perto aconteceu um incêndio do qual se desconhecem as causas. Todavia, somos levados a pensar que a causa residiu em qualquer borralho mal apagado. Todos os cuidados são poucos neste período frio do ano, quando se apaga (ou não) uma fogueira. É bom recordar que até o nosso gato, quando apertado pelo frio no silêncio da noite, se pode aproximar da borralheira, incendiar-se e zarpar a alta velocidade, deitando fogo, involuntariamente, por onde passa, para se aliviar das queimaduras(?) de que é portador. Recorda-se, que a aflição também atinge os animais.
Lá diz o povo:"todos os cuidados a ter com o fogo são poucos". Tomem-se todas as precauções com o lume, não só a acendê-lo como a apagá-lo. Todas as fogueiras devem ser bem apagadas. O perigo espreita!

Iluminação de Natal

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A iluminação de Natal, colocada habitualmente pela Câmara Municipal será reduzida, como referiu o Edil Paulo Fonseca ao jornal " O Mirante". Os tempos que correm são de vacas magras, como toda a população concelhia sabe. Muitos dos Ourreenses já esperavam que assim acontecesse:austeridade na iluminação das ruas, em período natalício.

Lanterna verde

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Uma das propostas interessantes inscrita no programa de intenções do psd proposto a sufrágio municipal era a aposta na eficiência energética. Embora não se saiba em que termos seria concretizado o «incremento da utilização das energias alternativas», muito provavelmente isso passaria por dotar equipamentos - como, por exemplo, o estaleiro e as oficinas, o cine-teatro, o estádio, os pavilhões desportivos e multiusos, as piscinas, os complexos escolares, o mercado, o centro de negócios e os candeeiros de iluminação pública - e edifícios municipais com dispositivos de produção de energia, aliviando assim a dependência em relação à produção energética com base em combustíveis fósseis - o que contribuiria para diminuir a pegada ecológica local - e, a prazo médio, reduzindo os custos da factura energética do município. Um exemplo deste tipo de iniciativas é o que foi feito recentemente no santuário de Fátima, com a instalação de uma central fotovoltaica na cobertura da igreja da santíssima trindade (vide Jornal de Leiria, n.º 1318, 15.outubro.2009, p. 17 e Notícias de Ourém, n.º 3745, 16.outubro.2009, p. 2).

Forest Fire Finder está a ser testado no Concelho de Ourém

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Forest Fire Finder é tecnologia inovadora a nivel mundial e está a ser testado no Conelho de Ourém. Este tema foi alvo de uma reportagem (vídeo em cima) e de um artigo no Expresso.

Teimosia

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A CMO teimou nas obras do Agroal, em má hora. Primeiro, devido à crise vigente, as obras não foram concluídas pela firma construtora, vendo-se a Autarquia obrigada a chamar, após inauguração atabalhoada e à pressa por causa das "eleições autárquicas", "1.ª fase da obra". Depois, a Câmara esqueceu-se que obras desta envergadura e num local com as características ambientais do Agroal deviam envolver diversos factores e parcerias, tais como: a Câmara Municipal de Tomar, entestante com o nascente do Rio Nabão, para não falar da Câmara de Ferreira de Zêzere, também possível interessada e ainda, com os proprietários dos terrenos, mais valia para o desenvolvimento das termas do Agroal. As parcerias a estabelecer foram esquecidas. Sem elas não há viabilidade possível para o Agroal e muitas coisas como estas irão acontecer, para não falar nas medidas higiénico- sanitárias a implementar. Realmente, esta Câmara esgotou todas as ideias para o Concelho, condenado a viver, em grande parte e ainda bem, do segmento do Turismo religioso por termos Fátima, jóia da coroa do Concelho de Ourém! Nada melhor para complemento daquela actividade turística do que um Agroal, com capacidade de resposta às solicitações diversas dos turistas, porque água nascente é vida. Continuaremos a esperar por melhores dias até quando?... Estamos a tempo dos Oureenses emendarem a mão, se quiserem!O Concelho de Ourém pode ter muito mais emprego, sobretudo para os mais jovens...

Exemplos de fora...

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Por terras de Ourém, também existe destas coisas(?). Ao menos que nos principais acessos ao Concelho fossem construídas ciclovias que poderiam ter dois objectivos: servir a população local tanto em horário útil como de lazer, ou ainda servir de pedonal aos peregrinos que caminham para Fátima. Estes merecem todo o nossso apoio!...

 

Curso de Espeleologia

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A Sapiens, através de Pedro Ferraz, pede-nos que divulguemos que vai organizar dois cursos de espeleologia, um no dia 13 de Setembro e outro no dia 4 de Outubro, no concelho de Ourém. Cada curso tem a duração de um dia, com visita a uma gruta (gruta da Ortiga - Fátima), não conferindo acreditação. A idade mínima para participar é 16 anos (com autorização do encarregado de educação) e o curso custa 20 euros (os sócios da Sapiens têm 50% de desconto nas actividades), sendo que o valor da inscrição já inclui seguro e utilização do material. O prazo limite para a inscrição é a sexta-feira anterior à actividade.

 

Programa para dia 13 de Setembro:

09:00 - Ponto de encontro junto aos Bombeiros de Ourém

09:30 - Visita à gruta do Sobral

12:00 - Almoço

13:00 - Gruta da Ortiga

17:00 - Fim da actividade

 

Para inscrições ou mais informações, contactar sapiens.tomar@gmail.com.

Detecção de incêndios tarda a chegar

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Uma empresa nacional concebeu um sofisticado sistema de detecção de incêndios que permite poupar largos milhões de euros. Apesar de inovador, os espanhóis foram pioneiros na aquisição dos aparelhos. A NGNS assinou agora um protocolo com o governo civil de Santarém.


É simples, é eficaz e pode poupar milhões. Chama-se Forest Fire Finder (FFF), é um avançado sistema tecnológico que permite detectar incêndios em menos de cinco minutos e foi concebido pela NGNS-Ingenious Solutions, uma empresa portuguesa que tenta há três anos demonstrar a validade do seu projecto na prevenção de fogos. Num país tradicionalmente fustigado pelas chamas -- até 31 de Julho já tinham ardido 21 mil hectares de floresta, o triplo do ano passado --, com os consequentes custos ao nível de área consumida, habitações incendiadas e vidas perdidas, tem sido uma dura batalha para a NGNS sensibilizar as autoridades nacionais para este sistema que custa 60 mil euros por cada 70 mil hectares de área.
Apesar do interesse demonstrado por entidades de todo o país, apenas o governo civil de Santarém apostou, até agora, no FFF, tendo instalado o sistema em dois locais estratégicos no concelho de Ourém.
O tão propalado choque tecnológico, uma das bandeiras do Governo de Sócrates, acabaria por se revelar uma miragem para os dois sócios da NGNS, Pedro Vieira e João Matos, ambos com formação na área da física tecnológica. Apesar da indiferença nacional, o projecto nascido na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Nova tem atraído as atenções em diversos países como Espanha (com sistemas instalados na Andaluzia e Galiza), Irão, China, Malásia ou Uruguai.
"Em 2003, um ano fatídico de incêndios em Portugal, foi o ponto de partida pois começámos a pensar em processos que permitissem detectar os fogos precocemente, uma vez que os sistemas tradicionais têm uma baixa eficácia nessa detecção. Estudámos sistemas do mundo inteiro e falámos com várias entidades relacionadas com a questão para saber exactamente quais eram os problemas que existiam", explica João Matos.
O Forest Fire Finder acabaria por tomar forma pouco depois. Através de sensores atmosféricos é possível detectar nuvens de fumo orgânico (aquele que resulta da queima das árvores) num raio de 15 quilómetros. Além dos sensores, o aparelho é munido de câmaras que patrulham 24 horas por dia o terreno, fazendo 'varrimentos' de 360 graus. Em Ourém, um dos sistemas está colocado no castelo e o outro na torre da igreja na localidade do Casal dos Bernardos.
Uma vez detectado o fogo, num período que não excede, por regra os cinco minutos, são enviados alertas via SMS, com respectiva imagem da coluna de fumo e localização do incêndio, para as autoridades responsáveis como os bombeiros, a GNR ou a Protecção Civil.
"A taxa de sucesso dos alertas do FFF é muito superior aos 90%, comparativamente ao sistema tradicional de vigilância, que ronda os 3%. Não achamos que se deve dispensar os vigilantes florestais mas essas pessoas seriam provavelmente mais úteis na limpeza das matas do que numa torre de vigilância, oito horas por dia, onde as temperaturas atingem os 40 graus", realça o administrador da NGNS.
Segundo as estimativas feitas pela empresa, "bastariam cerca de 300 aparelhos para cobrir as áreas florestais do país, um custo aproximado a 30 milhões de euros, um valor bem mais baixo que os 100 milhões gastos por ano com os incêndios em Portugal", lembra João Matos, que confessa a sua frustração quando assiste pela televisão às cenas, infelizmente, habituais, de incêndios de norte a sul do país. "Sinto que poderíamos estar a ajudar a prevenir a dimensão dos incêndios, pois quanto mais depressa for dado o alerta, mais depressa os bombeiros chegam ao local. Sem custos elevados de utilização de helicópteros e aviões, sem perdas de vidas e de habitações", remata ainda o responsável da NGNS.

Santarém aposta forte na prevenção
Atentos à prevenção de fogos e não só, o governo civil de Santarém adquiriu há pouco mais de duas semanas dois aparelhos FFF que vêm reforçar o Sistema de Informação Geográfica (SIG) implementado no distrito há ano e meio. Este é assim mais um investimento do governo civil para tentar inverter as imagens de má memória, que todos os anos entram através da televisão, das chamas a lavrar em Mação, Sardoal ou Ourém.
"Houve vários factores que pesaram na nossa decisão de avançar com o FFF: a principal tem a ver com a validade do sistema per se, que é bastante inovador e vem reforçar a nossa capacidade de intervenção precoce. Depois, é tecnologia e investigação nacional. Faz sentido apoiar a inovação tecnológica nacional", sublinha Carlos Catalão, chefe de gabinete do governador civil de Santarém.
O sistema de detecção de incêndios vem complementar o Sistema de Gestão de Integrado de Gestão de Emergências de Santarém (SIGES) que está a funcionar há cerca de ano e meio e que se tem destacado no panorama nacional de prevenção de acidentes. Este sistema de Informação Geográfica é um completo instrumento de apoio ao planeamento e à decisão pois concentra, através de aplicações informáticas, uma detalhada base de dados que cruza informações a vários níveis.
Desde os acessos alternativos a utilizar pelas autoridades em caso de incêndios ou evacuações devido a cheias, por exemplo, até ao registo actualizado das condições atmosféricas (fruto de um protocolo com o IST), e que permite saber ao momento se existem riscos de incêndio em determinados locais. Existe também informação útil em relação aos sinistros automóveis, o que facilita a visualização de forma clara dos pontos negros das estradas do distrito (o que ajuda nas correcções dos percursos), até ao registo actualizado de ocorrências criminais, o que transmite a ideia dos focos de criminalidade. Pela sua utilidade e potencialidade, o SIG de Santarém foi premiado num convénio em San Diego, nos Estados Unidos. "Veio confirmar que estamos ao nível dos melhores do mundo. Foi muito gratificante", enfatiza Carlos Catalão.
O sucesso da experiência já levou a Autoridade Nacional de Protecção Civil, a lançar um concurso de forma a dotar os restantes 16 governos civis do país (além de Santarém também o Porto já tem o seu SIG) de um sistema semelhante.

A nossa qualidade de vida

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Ourém no ranking dos municípios portugueses. Em relação ao ano de 2004 verificaram-se progressos. Face a alguns concelhos melhoramos não tanto como toda a população desejaria, mas temos já uma posição invejável e que no futuro pode ser ainda melhor.
Deixa-se o estudo elaborado pela Universidade da Beira Interior, para quem quiser analisar os critérios da avaliação apresentada e debruçar-se sobre o trabalho de investigação

IC 9

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Há mais de 20 anos que estão terrenos sob reserva para a passagem do IC. Mexeu-se e remexeu-se e a CMO, em vez de programar e executar vias de acesso, que obrigasse essa via rápida a entestar nelas, deixou-se estar paradinha. Agora "depois da casa roubada trancas na porta". É mesmo falta de planeamento atempado...

Agroal

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Foi ontem inaugurado!
As verguinhas foram quase todas tapadas: valeu-lhes o tabopan. Há que resolver o imbróglio das contas, da segurança e da higiene.Desta mais do que nunca...

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